É SOBRE ISSO

Pesquisa revela que 93% dos homens acreditam que dividem igualmente com o cônjuge os cuidados com os filhos

De acordo com o levantamento da marca de benefícios ao trabalhador, entre as respondentes do sexo feminino a percepção de equilíbrio na divisão dos cuidados cai para 67%

Por Redação 02/09/2022 15h03 - Atualizado em 02/09/2022 15h03
Pesquisa revela que 93% dos homens acreditam que dividem igualmente com o cônjuge os cuidados com os filhos

Uma pesquisa realizada pela Ticket, marca de benefícios ao trabalhador da Edenred Brasil, com cerca de 400 pessoas, revelou que 93% dos homens que são pais consideram que ele e o cônjuge participam igualmente na vida dos filhos. Quando a mesma pergunta foi feita para as mulheres, apenas 67% acreditam que os cuidados com os filhos são divididos de forma equilibrada.

Quando o tema é o mercado de trabalho, 15% dos homens disseram que já sofreram algum tipo de preconceito no ambiente profissional por terem filhos. Entre as mulheres que participaram da pesquisa, o percentual sobe para 53%. “No que diz respeito à equidade de gênero, o mercado de trabalho vem passando por uma importante transformação, com mulheres ocupando casa vez mais espaços de destaque e de liderança. Mas, infelizmente, algumas diferenças ainda podem ser observadas, principalmente quando o tema é a maternidade. As mulheres ainda não encontram o mesmo amparo e compreensão quanto os homens”, avalia Michelly Costa, Gerente de Recursos Humanos da Ticket.

Quando questionados sobre onde o(s) filho(s) fica(m) durante o horário comercial, 30% dos respondentes do sexo masculino disseram que em casa, sob sua própria responsabilidade; 30% revelaram que ficam na escola ou creche; 20% disseram que eles permanecem em casa, mas sob os cuidados de outras pessoas; 16% ficam sozinho, pois já têm idade para isso; e 4% ficam na casa de parentes.

E quando o assunto é se os profissionais homens se sentem confortáveis em se ausentar do trabalho para alguma atividade ou urgência envolvendo a família, 55% disseram que sim, pois a empresa estimula priorizar as urgências familiares; 29% revelaram que não se sentem à vontade, porque acreditam que a ausência pode atrapalhar o crescimento profissional; e 16% disseram que mais ou menos, pois o desconforto é velado no trabalho.

A pesquisa da Ticket revelou, ainda, que 51% dos homens trabalham em empresas que oferecem horários flexíveis de trabalho; 18% disseram que as empresas têm uma política de flexibilidade, mas que não conseguem usufruir dela por conta do cargo ou atividades; e 31% dos participantes homens não contam com horários flexíveis onde trabalham. “Investimos constantemente em pesquisas sobre o mercado de trabalho com o objetivo de levar a outras companhias insights que contribuam para o aprimoramento de sua atuação. Somos uma marca que visa o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, sobretudo para nossos colaboradores, e buscamos servir de inspiração para outras empresas”, finaliza Michelly.