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População carcerária: confinamento exigido pela pena é fator de risco – o que exige controle rigoroso
SERIS acompanha condição de saúde de internos das unidades prisionais, mas, também de servidores da administração penitenciária

O rigor no controle de casos de Covid-19 e síndromes gripais no sistema carcerário de Alagoas tem se mostrado eficaz por uma comparação: o número de casos confirmados entre servidores da administração penitenciária (253 de Covid-19) é maior do que entre os internos (99), entre os quais Alagoas tem mantido zerado o registro de mortes por Covid ou provocados por demais síndromes gripais.
Os dados constam do informe diário divulgado pelo setor de saúde da SERIS (Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social), nesta segunda-feira (17).
Expostos a fatores de contaminação externos, o número de servidores é maior que o de reeducandos.
A importância do acompanhamento se dá pelo fato de a SERIS ter sob sua responsabilidade uma população de alto risco para contaminação pelas síndromes gripais – entre as quais a própria Covid-19: os internos das unidades prisionais, pela condição de confinamento, exigida pelo cumprimento da pena.
Em Alagoas, a população carcerária está em 4.829 internos, sendo 3.833 recolhidos nas unidades com sede em Maceió e 996 no Presídio do Agreste, no município de Girau do Ponciano.
O número de internos positivados para a Covid inclui os das unidades de Maceió (89) e os que se encontram recolhidos ao Presídio do Agreste: dez.
Entre eles, há ainda quatro casos em investigação – todos nas unidades situadas na capital.
Desde o início da pandemia, 428 casos foram descartados para o diagnóstico de Covid-19, pelos exames laboratoriais. Destes, 291 nas unidades situadas em Maceió e 137 no Presídio do Agreste.
Foram realizados 461 testes, sendo 431 em Maceió, e trinta no Presídio do Agreste.
Servidores
O monitoramento intensivo aponta, entre os servidores, e referindo-se à Covid-19, que não há casos em investigação, no momento, mas, 449 foram descartados e 246 foram recuperados da doença.
Porém, desde o início da pandemia, quatro servidores da SERIS perderam a vida para a doença.
Em relação às outras síndromes respiratórias, também entre os servidores, há 23 casos confirmados e 17 registros de funcionários lotados em setores da administração penitenciária que se recuperaram.
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