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Declaração em entrevista

Ministra Simone Tebet prevê queda nos preços dos alimentos nos próximos 60 dias

Por Redação com agências 25/03/2025 16h04
Ministra Simone Tebet prevê queda nos preços dos alimentos nos próximos 60 dias

A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, afirmou nesta terça-feira (25) que os preços dos alimentos devem começar a cair nos próximos 60 dias, devido às medidas que estão sendo implementadas pelo governo federal. A declaração foi feita durante o programa Bom Dia, Ministra, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo Tebet, o aumento dos preços foi impulsionado por fatores como mudanças climáticas e quebras de safra, tanto no Brasil quanto em outros países produtores. “Os alimentos que mais subiram são aqueles produtos que são mais caros para o coração ou para o paladar do povo brasileiro, como ovo e café”, explicou a ministra. No entanto, ela acredita que a próxima safra trará alívio, destacando que o agronegócio brasileiro está forte e contribuirá significativamente para o crescimento do PIB, geração de emprego e renda, além do barateamento dos alimentos.

A ministra também ressaltou que o governo tem adotado "as medidas certas, na medida certa" para conter o aumento dos preços. "Seria muito perigoso segurar o preço agora e, depois de seis meses ou um ano, o preço explodir", afirmou. Ela garantiu que, em 60 dias, os preços começarão a cair nos supermercados.

Entre as medidas, Simone Tebet destacou a desburocratização das regras de comercialização de alguns produtos, como o ovo, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A ideia é permitir que esses produtos sejam vendidos entre estados com um selo local, em vez de exigir um selo nacional.

A ministra também pediu a colaboração dos estados para ajudar na queda dos preços dos alimentos. Ela observou que alguns estados não oferecem isenção de ICMS sobre itens da cesta básica, mas sugeriu que eles poderiam conceder essa isenção por um período específico. "Nada impede de darem essa isenção, apertando o cinto, assim como fazemos com os gastos públicos", completou, enfatizando a importância de ajustar as finanças estaduais, cortando despesas desnecessárias e combatendo erros e fraudes para garantir o apoio à população.


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