Notícias
Deputado Glauber Braga a um passo de ser cassado; entenda

O deputado Paulo Magalhães (PSD-BA), relator do processo movido contra Glauber Braga (Psol-SP), no Conselho de Ética da Câmara, deu um parecer que pede a cassação do mandato do psolista. O documento é analisado no colegiado na manhã desta quarta-feira, 2.
O episódio que motivou a ação do Novo ocorreu em 16 de abril deste ano de 2024, quando Glauber Braga agrediu Gabriel Costenaro, que é integrante do Movimento Brasil Livre (MBL). O deputado agrediu Costenaro com chutes. Depois, o brigão do Psol tentou agredir o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP).
Ao ler seu parecer, Paulo Magalhães descartou a tese do psolista de legítima defesa. O parlamentar afirmou que as agressões de Glauber contra Costenaro foram “injustificadas” e “desproporcionais”.
O relador afirmou que “não é de hoje” que o brigão do Psol tem uma conduta “incompatível com o compoartamento esperado de um parlamentar” e que tem “ultrapassado todos os limiteres”: “Não é de hoje que vem agindo com total desrespeito a essa Casa e seus parlamentares”, declarou.
“Fica declarada a perda do mandato do deputado Glauber Braga por procedimento incompatível com o decoro parlamentar, fundamentado no art. 55, inciso II, da Constituição Federal, combinado com o art. 240 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados e o art. 4°, inciso I, combinado com o art. 14, parágrafo 3°, ambos do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados”, escreveu Paulo Magalhães em seu relatório.
Glauber Braga disse querer “aniquilar” os “liberais”Na ocasião que resultou no processo contra Glauber Braga, o grupo do MBL estava na Casa para conversar com deputados contra a regulamentação do Uber. Depois do ocorrido, o psolista divulgou uma nota em que afirma que “não se arrependia do que tinha feito” e que foi provocado pelo integrante do MBL.Durante a discussão, o psolista ainda disse querer “aniquilar” os “liberais” e os “fascistas de plantão”, depois de ter sido flagrado ao agredir um membro do Movimento Brasil Livre (MBL) no Congresso Nacional. O discurso foi feito na Comissão de Administração e Serviço Público. “Dentro deste auditório tem uma força robusta de quem se posicionou, de quem não custeou o alambrado no enfrentamento ao fascismo de plantão”, afirmou o deputado do Psol, ao se direcionar à mobilização de servidores técnico-administrativos de universidades federais e de institutos federais por reajuste salarial que participavam da comissão.
O deputado do Psol declarou que não existe a “ilusão” de que “a derrota do fascismo se dá, exclusivamente, pela via eleitoral. Mas que não é possível “desprezar a necessidade de derrotar, também eleitoralmente, o fascista que estava na Presidência da República”, em referência a Jair Bolsonaro (PL).
“Mas a quantidade da mobilização é que faz a diferença para que o fascismo seja, definitivamente, enterrado”, disse Glauber Braga. “E, também, porque é fundamental que essa luta seja traduzida no aniquilamento daqueles que querem destruir os institutos federais e as universidades públicas brasileiras: que são os liberais e os fascistas de plantão.”
WhatsApp
Receba notícias do Em Tempo Notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar a nossa comunidade:
https://chat.whatsapp.com/K8GQKWpW3KDKK8i88MtzsuComentários
Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Em tempo Notícias ou de seus colaboradores.
últimas
-
Muita grana
Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 51 milhões
-
OPERAÇÃO
PF investiga servidor do INSS por fraudes milionárias em Alagoas e outros estados
-
AVANÇO
Benefícios exclusivos do Cartão Clínica Sesi chegam a trabalhadores da Ducamp
-
Decisão
Justiça mantém Carlos Neto na Prefeitura de Rio Largo
-
CRIME
Ótica é arrombada e tem óculos e perfumes importados furtados em AL